Alemanha
A
Alemanha talvez seja o país mais marcante na
história do continente europeu. Repleta de contrastes,
mescla o medieval com o moderno, a música clássica
com o techno, vilarejos típicos com grandes metrópoles.
Tem um roteiro turístico particularmente interessante:
a Rota Romântica, que começa na cidade
de Würzburg, passando por castelos, vinhedos e
paisagens de cinema, e vai até Füssen, quase
na fronteira com a Áustria, cobrindo 350km.
Muitas tradições e mentalidades diferentes
fazem a cultura do negócio, vida noturna, shopping
e gastronomia. A cultura Alemã é bastante
excitante porque é uma metrópole. Se você
gosta de música, teatro, ópera, musicais,
você com certeza achará os melhores aqui.
Lojas de departamento, shoppings combinam os ambientes
tradicionais e ultramodernos de diferentes mundos.
Berlim
História convive com arte, cultura, tecnologia,
boemia e política. Além de ser capital
alemã, é a mais importante cidade-estado
do país.
Quem
não se incomodar com transtornos, poderá
apreciar o imenso poder do Portão de Brandenburgo
e as vibrantes avenidas Unter den Linden e Kurfurstendamm.
Ou ver o Reichstag (o antigo parlamento) reconstruído
e mais uma centena de edifícios em obras e outra
centenas de prédios na maquete. Ou ainda, visitar
um dos ótimos museus da cidade: os berlinenses
dizem de boca cheia, que há mais museus do que
dias de chuva na capital, e que deles o melhor é
o Pergamon, um museu arqueológico realmente digno
de nota.
O Muro de Berlim, construído em 13 de agosto
de 1961, separou um mesmo povo em duas diferentes e
distintas cidades: de um lado, socialista e de outro,
capitalista. Alguns pedaços do muro foram preservados,
podendo ser encontrados pela cidade em vários
locais. Em algumas ruas, há uma linha de paralelepípedos
vermelhos, indicando onde a cidade era dividida.
Munique
Em Munique, uma cidade agradável, universitária, com
um eterno ar de festa, ficam as seis históricas
cervejarias - Spaten, Paulaner, Lõwenbrau, Augustiner,
Hacker-Pschorr e Hofbrãuhaus - que municiam a Oktoberfest
com centenas de milhares de hectolitros da infusão há
quase 200 anos. Cada uma delas tem o seu chamado bierhalle
(salão de cerveja), mas o único que está permanentemente
aberto, atraindo turistas todas as noites, é o Hofbrãuhaus,
um recinto ruidoso onde Hitler e seus parceiros do partido
nazista costumavam se reunir nos primórdios da história
daquele período.
A
Oktoberfest, com seus 6,5 milhões de visitantes,
é o maior evento popular da Alemanha. Trata-se
de uma gigantesca e tradiconal festa da cerveja, que,
curiosamente, realiza-se em setembro, dura 16 dias e
termina no primeiro domingo de outubro. O lugar onde
ela acontece é um descampado gigantesco no centro
de Munique, chamado Theresienwiese, que fica desocupado
durante o resto do ano. Mas quando chega a época
da festa, as seis grandes cervejarias de Munique trabalham
no limite de sua capacidade para abastecer os cervejólogos
que chegam do mundo todo. Detalhe: a cerveja servida
na festa tem o dobro do teor alcoólico da preparada
no resto do ano.
Hamburgo
Mas há um outro tipo de Alemanha mais ao norte, totalmente
distinta e igualmente atraente. Na cidade-estado de
Hamburgo, um dos maiores portos da Europa, você
sai do conto de fadas e despenca num romance mundano,
em que os personagens são marinheiros, prostitutas,
saltimbancos e artistas à procura de um lugar ao sol,
como um certo grupo de Liverpool, que começou tocando
num inferninho no bairro de Saint-Pauli e acabou sendo
recebido pela rainha da Inglaterra.
O tal bairro e sua famosa rua principal, chamada Reperbahn,
são apenas a face obscura mas divertida de uma cidade
elegante, com alemães longilíneos de ar nórdico e um
clima cosmopolita que não se vê em Munique. Você terá
de guardar pelo menos mais dois dias para experimentar
os prazeres dessa cidade de águas, que tem um grande
rio, dois belos lagos e tantos canais que para atravessá-los
foram construídas 2195 pontes.
Autor: Laio Specialle
Na Bon Voyage, quem
monta o roteiro é você!
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